Sua transportadora está preparada para o fim do emissor da Sefaz?




A partir de 2017 os transportadores que ainda utilizam o emissor de CTe da Secretaria da Fazenda - SEFAZ estão correndo sérios riscos de atrasar suas operações de transportes ou receber multas por ausência de documentos adequados. Isso porque a partir de 1º de janeiro de próximo ano o emissor da Sefaz será descontinuado e o download será bloqueado.
A partir data data, a Secretaria da Fazenda não fará mais atualizações no software nem corrigirá as falhas do programa, tornando o programa totalmente inutilizável. Portanto, o ideal é que as empresas de transportes não deixem para se adequar a essa mudança no final do prazo, afinal o Conhecimento de Transporte é uma peça obrigatória de seus serviços.
Em nota, a Sefaz justificou a medida pelo fato de 97% das emissões de CTe atualmente serem feitas por software de fornecedores especializados. Entretanto, mais de 50% das empresas, estas de pequeno e médio porte, ainda usam o emissor de CT-e da SEFAZ, o que é uma grande preocupação.

Críticas ao Emissor de CT-e da SEFAZ

Criado em 2006, o emissor da SEFAZ foi lançado após a mudança de suporte dos documentos fiscais, que eram emitidos em papel e precisavam se tornar eletrônicos. Porém o programa foi bastante criticado pelos transportadores por acharem a plataforma muito complexa, pouco intuitiva e bastante lenta. Além disso, o softaware apresentava pouco material de treinamento e não era oferecido nenhum suporte técnico pela SEFAZ.
A solução que muitos encontraram para acabar com esses problemas foi adotar softwares privados que são mais práticos, fáceis e garantem aos transportadores uma equipe para ajudar na emissão.

A hora certa para escolher uma plataforma mais eficiente

Há um grande risco quanto a demora na migração para outros emissores de CTe. Muitas transportadoras estão deixando para a última hora a mudança dos softwares para emissão. Mas basta relembrar o que ocorreu quando a obrigatoriedade de emissão do conhecimento eletrônico foi determinada: uma apreensão quanto aos impactos que isso trará no fluxo de mercadorias. Muitos embarcadores têm receio de que haja atraso nas entregas, ou até mesmo retenção de cargas, por falta de documentação ou Conhecimentos emitido com erros. Portanto, para evitar transtornos mais a frente, muitas empresas de transportes têm sido orientadas a substituir IMEDIATAMENTE os emissores de CT-e da SEFAZ. A exigência tem partido inclusive dos embarcadores que estão apreensivos com o fim do emissor gratuito e o que isso pode causar.  

Como acertar na escolha do Emissor de Conhecimento de Transporte Eletrônico adequado?


Os principais pontos a serem considerados na escolha de um software para emissão de CTe são:

1)  O software oferece suporte a certificados do tipo A1 e A3?


O tipo mais comum de certificado digital utilizado pelos transportadoras que ainda usam o Emissor de SEFAZ é o certificado A3. Este certificado normalmente está contido em um cartão de certificação ou token USB.
Apenas alguns softwares oferecem suporte a estes certificados, portanto é importante verificar se o fornecedor escolhido dá suporte a este recurso, caso contrário, será necessário realizar a aquisição de um outro certificado.
2) O software auxilia no cálculo do ICMS e definição do CFOP?

A parte que gera mais dúvidas no preenchimento do conhecimento de transporte é a tributação do ICMS. A definição da alíquota adequada, as particularidades relacionadas a substituição tributária e redução de base de cálculo normalmente são as principais causas de erro no preenchimento. Portanto, este recurso pode ajudar a reduzir os riscos de falha na emissão do CTe.
3) O fornecedor oferece suporte 24 horas para resolução de problemas e orientações?
A principal vantagem de contar com um fornecedor especializado no segmento de transportes é poder contar com a assessoria técnica, não apenas sobre como usar o software, mas sobre o preencimento adequado do conhecimento. Como, em geral, as transportadoras operam em horário estendido e precisam cumprir os prazos de entrega, é fundamental ter a sua disposição, quando necessário, uma equipe técnica competente.
Desta forma, contar com suporte técnico 24 horas é decisivo na escolha do fornecedor adequado.

Principais fornecedores de software para emissão de conhecimento de transporte eletrônico

Atualmente, já existe, várias empresas que fornecem softwares para emissão. É Importante ficar atento, pois muitos softwares realizam a emissão do CTe, porém com o preenchimento inadequado dos campos, o que pode trazer graves prejuízos às transportadoras. Para evitar isto, é importante escolher um fornecedor com credibilidade.
Um dos principais fornecedores de software para emissão de conhecimento de transporte eletrônico é a empresa Hive.cloud. Com mais de 10 anos no mercado e 3000 usuários, através da plataforma Hive.cloud centenas de milhares de CTes são emitidos diariamente.
A plataforma Hive.cloud oferece uma licença completamente gratuita que permite a qualquer empresa se cadastrar e realizar a emissão de até 5 CTes por mês. Além disso o software Hive.cloud CT-e é o único emissor online que suporta tanto certificados digitais do tipo A1 quanto certificados digitais do tipo A3, por isso é a empresa mais recomendada pelos principais escritórios de contabilidade em todo o Brasil.
Os clientes da empresa ainda tem acesso a suporte técnico 24 horas por dia, 7 dias por semana, serviço fundamental para evitar atrasos nos embarques. Os interessados em se cadastrar e experimentar o emissor de CTe Hive.cloud podem se cadastrar no link abaixo e começar a usar o software imediatamente.
Preços e planos disponíveis
Em geral, os preços e pacotes disponíveis variam de acordo com a quantidade de emissões mensais de CT-e que é realizada pela transportadora. Alguns fornecedores, como é o caso da empresa Hive.cloud, oferece pacotes de emissão completamente gratuitos.
Há pacotes a partir de 30 emissões onde a transportadora tem acesso completo a plataforma, armazenamento ilimitado de CTes além de assessoria técnica e suporte 24 horas. Estes planos iniciam em R$ 49,00 mensais e variam de acordo com os pacotes escolhidos.
Informações detalhadas sobre os preços podem ser obtidos no site da empresa.

Não deixe para a última hora

A principal recomendação, tanto dos SEFAZ, como dos contadores e embarcadores é não deixar para a última hora. Analisar as opções disponíveis e ter tempo para experimente e escolher adequadamente um fornecedor é fundamental para garantir o funcionamento normal das operações das transportadoras.

Quadro de depoimentos: Mega Trans


Olá! Me chamo Donizetti Dias, sou diretor da empresa Mega Trans, uma empresa especializada em serviços logísticos. A Mega Trans oferece serviços personalizados de logística reversa e agenciamento de cargas. O foco da empresa é levar experiências de qualidade aos clientes, e por isso estamos sempre avaliando a satisfação dos serviços prestados frente aos clientes.

Em todas empresas de logística e transporte, uma das tarefas fundamentais e que os operadores mais se preocupam é a emissão de documentos fiscais. Após descobrir que o Conhecimento de Transporte se tornaria eletrônico, comecei logo a aprender como usar o emissor gratuito que a Sefaz disponibilizou pois, em hipótese alguma, nossas operações poderiam ficar comprometidas. Achei que a ferramenta seria fácil de usar e logo me adaptaria, mas tão logo acessei a plataforma vi que me enganei por completo. O emissor da Sefaz era tão confuso que parecia impossível terminar de gerar conhecimento. Quando finalmente terminava de preencher e ia validar o documento, sempre aparecia uma mensagem de erro e nunca conseguia finalizar o processo. A única pessoa que podia me ajudar na hora era a contadora. Mas ela também não conseguia entender como resolver os erros, e isso deu uma dor de cabeça terrível por alguns dias.

Nesse período, meu filho me mostrou o emissor Hive.cloud CTe, uma ferramenta que oferecia um período gratuito para experimentação. Por estar cansado de testar no da Sefaz e não ter resultado, tentei nesse programa. Diferentemente do emissor da Sefaz, eu conseguia emitir e validar os Conhecimentos de Transporte em poucos minutos e sem receber nenhuma mensagem de erro! Foi tão tranquilo que abandonei por completo os testes com o da Sefaz e passei a trabalhar com o Hive.cloud CTe. Quando meu número de emissões acabou, adquiri um plano e recebi de graça uma consultoria com a equipe da empresa, algo que veio bem a calhar e acabou com dúvidas que eu ainda tinha sobre o documento.

Desde então, só emito conhecimentos com o Hive.cloud CTe e sempre que tenho algum problema ligo para o suporte da empresa, que me atende muito bem e nunca me deixa com dúvidas. A interface do software é simples, os recursos de autopreenchimento agilizam meu trabalho, sem contar que ele é totalmente online! 


Hoje percebo que mudar para o Hive.cloud CTe trouxe agilidade para as operações da Mega Trans, pois, além de ser um software simples, recebo um suporte 24h que me auxilia na emissão e elimina minhas dúvidas tão logo elas aparecem. Hoje, digo com certeza que foi uma das melhores escolhas que fiz para minha empresa!

Você está atualizado com a obrigatoriedade do MDFe?

Quem trabalha no setor de transportes precisa estar se atualizando constantemente, pois todos os anos acontecem mudanças na regulamentação e fiscalização do setor. Uma das últimas alterações foi em abril de 2016 e diz respeito às exigências para emissão de MDFe.
Antes dessa mudança, estavam vigentes as obrigações instituídas pelo ajuste SINIEF 24/2013, que determinava a emissão de Manifesto para transportes interestaduais com mais de uma nota ou conhecimento de transporte.

Porém, como dito, em abril de 2016 o novo ajuste SINIEF 009/2015 alterou as exigências para emissão deste documento. Agora, todos as operações de transporte interestaduais precisam emitir MDFe, mesmo os que levam apenas uma nota fiscal ou um conhecimento de transporte.

Ou seja, se você é:
  • Empresa que possui veículos próprios para o transporte
  •  Contratante de transportadores autônomos
  •  Empresas de transporte de cargas

E contrata e/ou realiza transporte interestadual de cargas com pelo menos um(a):
  • Conhecimento de Transporte
  • Nota fiscal

Precisa assegurar que o Manifesto de Documento Fiscal está sendo transportado em suas operações, sob pena de multa ou apreensão do veículo na ausência do documento.

(Obs.: No caso do transporte ser feito por transportador autônomo, o responsável pela emissão de MDFe é a empresa emitente da NFe das cargas)

Portanto, se sua empresa ou transportadora se encaixa nos requisitos acima e ainda não emite MDFe, está correndo sérios riscos de se prejudicar com multas! Para evitar isso, você pode utilizar o Hive.cloud MDFe em suas operações, um emissor 100% online e que oferece suporte 24h na emissão! Clique aqui e experimente grátis nosso software!

Relembre a finalidade do MDFe
O Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos (MDFe) é um documento criado para registrar todos os documentos fiscais que estão sendo transportados (CTe, NFe, notas fiscais tradicionais tipo 1 ou 1A). Ele foi lançado para substituir o Manifesto de Cargas (modelo 25) e a Capa de Lote Eletrônica (CL-e) e tinha como objetivo melhorar a fiscalização sobre o que foi declarado e o que foi realmente entregue, além de proporcionar mais agilidade para as operações de transporte ao diminuir o tempo de espera nos postos de fiscalização.

Quer ler mais conteúdos sobre o MDFe? Então clique aqui e leia 8 dicas rápidas para a emissão de MDFe!

Quadro de depoimentos: Uplog Logística Integrada

Olá, me chamo Volnei Schwalm, sou diretor administrativo da Uplog Logística Integrada, uma empresa de serviços logísticos sediada em Porto Alegre-RS, com foco no mercado de transportes, e que possui cerca de 15 colaboradores. Surgimos em 2012 e desde o começo trabalhamos afinco para oferecer serviços personalizados e de excelência para nossos clientes de todo o Brasil. Trabalhamos de acordo com os valores de Uplog que são: garantir a ética nos negócios, laços duradouros com nossos clientes e colaboradores e a sustentabilidade socioambiental de nossos serviços.

Antes de trabalhar na Uplog, trabalhei em uma empresa que utiliza um sistema de gestão de transportes bastante complexo e nem um pouco intuitivo. Tempos depois, decidi sair de lá para montar com outras pessoas a Uplog Logística Integrada, uma empresa de logística voltada para transportes. Um dos primeiros desafios que tivemos foi decidir qual sistema de gestão de transportes utilizar em nossos serviços.

A única referência que possuíamos era do antigo sistema, mas ele era extremamente complicado, então decidi que apostaria numa nova escolha, mesmo sabendo o quão difícil é escolher um novo software, afinal todos da empresa se preocupam bastante em usar tecnologias que agilizem e facilitem o andamento das operações. Sei que se ficássemos com o antigo seria mais fácil a adaptação, mas deixamos a zona de conforto e decidimos procurar novas soluções.

Em nossas pesquisas na web, descobrimos o Hive.cloud TMS, que oferecia um período gratuito, e ao ler os recursos do programa achamos o software bastante atrativo. Confesso que ficamos com receio de apostar numa empresa que tinha sua sede longe de nossas operações, afinal em nossa empresa queremos ter a garantia de que, qualquer problema que surgisse, iríamos resolver sem muita demora. Afinal, se o tempo para nós é curto, para nossos clientes é mais ainda e por isso só queremos programas de qualidade na gestão de nosso trabalho. Portanto, não foi e nem é uma escolha fácil, principalmente quando se há tantas opções no mercado.

Mas confesso também que, logo no primeiro acesso, vimos como o TMS da Hive.cloud é diferente de outros muito mais complexos e pouco objetivos. A interface simples e intuitiva do Hive.cloud TMS fez com que a gente aprendesse rapidamente todos os recursos que estávamos precisando!

Além de simples, achamos bastante prático, pois com o Hive.cloud TMS conseguimos ter uma visão geral de todo nossas operações em apenas uma tela, sem a necessidade de abrir várias janelas que acabavam apenas atrapalhando nosso trabalho.

Outro benefício que tivemos foi com na parte de controle das entregas. No Hive.cloud TMS a gente muda o status das entregas com apenas um clique. Sem contar que, quando o motorista dá baixa numa entrega, essa alteração é feita automaticamente. Ganhamos tempo e segurança ao mesmo tempo, com a certeza de que nossos clientes já receberam seus pedidos.


Quando percebemos esses benefícios – e muitos outros – que teríamos com o Hive.cloud TMS, as dúvidas sobre qual sistema utilizar já não existiam mais e decidimos adotar plataforma em nossa empresa. É muito difícil escolher um bom software, mas não tenho dúvida de como acertamos. Hoje conseguimos reduzir pela metade o tempo gasto na gestão de nossas operações e estamos bastante satisfeitos com o nível do serviço oferecido pela Hive.log.

Quer conhecer mais histórias de aprovação? Então descubra o que o diretor da LL Cerqueira Transportes falou sobre nossos produtos!

Sua transportadora se preocupa com a qualificação profissional dos funcionários?

Um dos maiores desafios de qualquer empresa que deseja prosperar é garantir funcionários qualificados e engajados nas atividades do trabalho. Incentivar seus funcionários, principalmente os que estão iniciando na empresa, a aprimorarem seus conhecimentos profissionais é uma atitude que todo líder ou gestor deve ter, pois o crescimento de um negócio está intimamente ligado ao desenvolvimento das pessoas que trabalham nele.

A IMPORTÂNCIA DA QUALIFICAÇÃO
Quando uma transportadora – ou qualquer outra empresa – apresenta com bastante frequência pequenos deslizes na operação, como o envio de informações erradas aos embarcadores ou preenchimento inadequado dos documentos fiscais, é possível que entre as causas, esteja o desconhecimento dos funcionários acerca dos procedimentos operacionais e das tecnologias utilizadas na operação.

Além da expertise técnica, o profissional que trabalha com transportes precisa estar ciente de questões tributárias, legais, fiscais etc, que envolvem as atividades da transportadora. Sem um conhecimento básico da legislação que regula o setor de transportes, dos tributos e impostos envolvidos na operação, das multas aplicáveis ao setor, é certo que irão surgir dúvidas com relação às atividades a serem executadas, atrasando o andamento das operações subsequentes.

COMO INVESTIR NA QUALIFICAÇÃO?
Oferecer capacitações e treinamentos é um dos procedimentos mais comuns que as empresas adotam para melhorar o nível de qualificação do seu quadro de funcionários. Porém, sabemos que nem todas as transportadoras possuem uma realidade que permite esses investimentos extras, mesmo que os resultados sejam extremamente positivos. Além disso, no momento delicado em que a economia se encontra atualmente, é provável que essa seja a última escolha de empresas que estão começando suas atividades no mercado.

Porém, não é apenas oferecendo cursos de ponta que uma empresa consegue qualificar sua equipe. Confira algumas alternativas boas e que vão se encaixar no orçamento de sua empresa:

  • Realizar treinamentos com o apoio dos funcionários mais antigos da casa, que já possuem uma bagagem de experiências e expertise suficiente para transmitir aos funcionários mais recentes.
  • Outra opção é divulgar entre os funcionários cursos online gratuitos ou de baixo valor. Na internet você encontra vários sites que disponibilizam conteúdo de forma acessível para sua transportadora.
  • Buscar treinamentos com pacote para empresas e a preços acessíveis. Vale a pena pesquisas e analisar consultorias ou empresas de educação profissional que estão começando agora, pois o valor geralmente é mais acessível.
  • Tão importante quanto conhecer assuntos técnicos é conhecer as operações da transportadora. Faça reuniões para apresentar aos funcionários o trabalho da empresa: os serviços oferecidos, os clientes atendidos, as metas de crescimento, o perfil do seu negócio.

Não se esqueça que ao realizar ações que promovam o crescimento dos integrantes da transportadora você estará também investindo no desenvolvimento de sua empresa, portanto não isso para depois! A Hive.cloud possui a plataforma de educação Hive.cloud EDU, com cursos gratuitos de qualificação para transportadores. Acesso a página do Hive.cloud EDU e confira agora!

Quadro de depoimentos: LL Cerqueira Transportes


OIá, me chamo Wellington Cerqueira, sou diretor da LL Cerqueira Transportes, uma empresa referência no setor de transportes, com sede em Mogi das Cruzes-SP. Nossa transportadora atende clientes do Sudeste e Centro-oeste do país. Oferecemos serviços personalizados para cada cliente, sempre pensando nas necessidades individuais de cada um deles, e também oferecemos serviços especializados para construtoras, como o transporte de escoramento, bandejas, proteções, cubetas e andaimes.

Uma das primeiras dificuldades de nossa empresa foi antes mesmo do início das operações. Estávamos tentando decidir qual o software utilizaríamos para emissão dos documentos eletrônicos, o MDFe e CTe. Sabíamos que não seria uma tarefa fácil, afinal para manter serviços de alta qualidade, como nós propusemos a fazer, era preciso garantir um emissor de ponta, que não atrapalhasse e nem atrasasse o andamento de nossas operações.

Nossa primeira tentativa foi experimentar o da Sefaz, afinal, por ser gratuito talvez valesse a pena conhecer. Mas o resultado do teste foi simplesmente horrível. Logo no começo já percebemos, como o sistema era defasado, pois a interface era muito complicada não facilitava nossa digitação. Sinceramente não quis nem perder muito tempo continuando esse processo, pois precisávamos lançar logo os veículos para não comprometer a satisfação que lutamos para levar aos nossos clientes. A agilidade almejada para nossas operações simplesmente seria impossível com o da Sefaz.

Nesse tempo, recebi um e-mail apresentando os emissores de CTe e MDFe da Hive.cloud. Foi muito sorte e veio bem a calhar! Decidi experimentar os produtos e fiquei surpreso ao ver como é fácil emitir por eles! Os recursos de preenchimento automático das plataformas nos ajudam produzir documentos em pouquíssimos minutos, sem comprometer a pontualidade de nossas entregas. A importação de várias notas fiscais por .xml é outro recurso que nos garante uma economia de tempo enorme e não abrimos mão dessas facilidades. E não podia deixar de falar da exportação de CTes que, aliado ao recurso de importação no MDFe, nos ajuda a produzir mais rapidamente esse último documento.

O fato de utilizar um sistema em nuvem me deixa mais seguro, afinal no computador corremos sempre o risco de ter a máquina danificado ou perder os arquivos se ocorrer alguma pane do sistema. Com os produtos Hive.cloud sabemos que nossos dados estão seguros e bem cuidados nos servidores da empresa. Outro ponto positivo do sistema em nuvem é que ele possibilita o uso simultâneo de mais de um colaborador da empresa, e dessa forma evitamos demoras no andamento de nossas operações.

Com os produtos Hive.cloud CTe e Hive.cloud MDFe nós diminuímos em 80% o tempo de emissão de documentos fiscais de nossa empresa! O reflexo de nossa escolha hoje está na pontualidade e eficácia de nossas operações, e na satisfação de nossos clientes que recebem um serviço de qualidade.

Quer ler mais cases de nossa empresa? Clique aqui e descubra o que a L&T Transportes falou sobre nossos produtos!

Dicionário do Transporte: DACTE


Decorar e lembrar siglas não é uma tarefa fácil, e quem trabalha numa transportadora convive diariamente com expressões como CTe, MDFe e outras. Pensando nisso, no Dicionário do Transporte dessa semana vamos explicar sobre a sigla DACTE. Se você tem alguma dúvida sobre o que é e para que serve, confira abaixo nosso post!


O DACTE é abreviação de Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico e é uma representação gráfica do CTe. Esse documento serve para acobertar a prestação de serviço de transportes, e não substituiu o Conhecimento de Transporte. São funções suas:


  • Acompanhar a carga durante o transporte, fornecendo informações básicas sobre o serviço em andamento (valores, destinatário, emitente)
  • Auxiliar na escritura de operações registradas no Conhecimento de Transporte Eletrônico, quando o tomador de serviço não for um contribuinte credenciado para emissão de documentos fiscais eletrônicos;
  • Guardar a chave numérica com 44 posições para eventual consulta de informações do CTe (chave de acesso do documento).


O DACTE deve ser impresso em papel comum pelo emitente do CTe antes de iniciar o trânsito da carga.Todo serviço de transporte documentado por um CTe precisa sempre estar acompanhado do DACTE correspondente.


A parte mais importante desse documento é o código número da chave de acesso, que possui 44 posições, e o código de barras correspondente. Após a emissão é importante verificar se ambas as partes estão com a impressão em perfeito estado para evitar futuros problemas com postos de fiscalização.


Quanto ao sistema emissor do DACTE, a recomendação da Sefaz é que seja emitido a partir do mesmo sistema que gerou o CTe para evitar divergências entre o Conhecimento e sua representação gráfica.

A explicação ficou clara? Tem ainda alguma dúvida sobre essa expressão ou outras? Deixe sua resposta e sugestões nos comentários abaixo!



E-book - Como Gerenciar uma Transportadora?

Você tem um bom conhecimento sobre gerenciamento de transportadoras? Trabalha em uma e está querendo mais informações para melhorar sua performance e a de sua transportadora? 

Para garantir realizar uma boa gestão de sua transportadora e garantir sempre melhores resultados é preciso sempre aumentar o conhecimento sobre as atividades principais de sua operação. 

É com o objetivo de melhorar a performance de sua empresa que produzimos esse e-book, onde vamos falar sobre: 

  • Documentos Fiscais;
  • Gestão de Taxas de Frete;
  • Gestão da Informação
  • Monitoramento de desempenho;
  • Tecnologia da Informação
  • e mais assuntos relevantes para a gestão de sua transportadora!

E-book: Como Montar uma Transportadora de Cargas?



São muitas as pessoas que têm interesse atualmente em empreender no setor de transportes de cargas. Para se dar bem nesse empreendimento é fundamental se informar e planejar a criação com o apoio de informações que auxiliem o empreendedor a fazer as tomar as melhores decisões. 



Apesar de ser uma das dez maiores economias do mundo, o Brasil ainda fica em 120º no ranking dos países com mais facilidade para abrir um negócio. E se abrir um negócio não é nada fácil, abrir uma empresa de transporte é menos ainda. Pensando nisso, estamos oferecendo esse infográfico de alta qualidade para você que quer abrir um negócio e está meio perdido ou que abriu há pouco tempo e precisa de mais informações.


Confira um pouco do que você receberá gratuitamente:

  • Seguro e Responsabilidade Civil para transportadoras;
  • Gestão de operação;
  • Tecnologia da Informação voltado para transportadoras;
  • Regulamentações do setor de transportes

Não espere muito e adquira logo o nosso e-book, centenas de pessoas interessadas em abrir um negócio de sucesso já baixaram!

Download do e-book: Como Montar Uma Transportadora de Cargas [clique aqui]




Infográfico - O Setor de Transportes de Cargas em números

Devido ao atual cenário econômico do nosso país, é possível que muitos transportadores se questionem acerca da situação do mercado de transportes no Brasil.

  • Quantas empresas hoje estão trabalhando com o modal rodoviário e aquaviário? 
  • Qual será a idade média da frota circulante em cada região do país? 
  • Será que existe alguma informação sobre o número de frota que circula atualmente pelo país?



Essas e outras dúvidas serão respondidas agora em nosso infográfico O Setor do Transporte de Cargas em Número. Com um clique você tem acesso gratuito a diversas informações sobre o setor de atuação da sua empresa.



Download do Infográfico: O Setor de Transporte de Cargas em Números [clique aqui]

Dicionário do Transporte – Expedidor

O ramo dos transportes exige dos profissionais um conhecimento bastante afiado dos conceitos que estão presentes no dia a dia da transportadora. Por exemplo, durante a digitação do CTe, não saber exatamente o que cada campo de preenchimento significa pode gerar complicações fiscais e atrasos de entrega prejudiciais para o funcionamento da empresa.

Uma das expressões que deixam dúvidas nos que estão adentrando numa transportadora e vão trabalhar com emissões de documentos é o Expedidor, e pensando nisso, hoje vamos explicar nesse texto quem ele é como identifica-lo no serviço de transporte.

Em linhas gerais, o expedidor é quem fica responsável por entregar uma carga a uma transportadora para que esta inicie o transporte, e quase sempre isso é feito por uma outra transportadora. Não são todos os tipos de transporte que admitem um expedidor no CTe, apenas os serviços do tipo Redespacho, Redespacho intermediário ou Serviço vinculado a multimodal.

Nos casos de redespacho, em que dois ou mais transportadores dividem o transporte, apenas o segundo, ao emitir o Conhecimento deve informar quem é o expedidor. Ex.: O transporte de uma carga de medicamentos vai ser realizado entre São Paulo e Rio de Janeiro por duas transportadoras. A empresa 1 vai levar a mercadoria da capital até Campinas, onde uma transportadora 2 irá receber para entregar no Rio de Janeiro. O CTe desse primeiro transporte não terá o campo expedidor preenchido. Quando a transportadora 2 for emitir outro conhecimento para efetuar seu transporte, aí sim o campo Expedidor deve ser preenchido com nome da transportadora 1, a responsável por expedir a carga.

Na situação de redespacho intermediário, em que três empresas estão presentes, a segunda e última transportadoras envolvidas no transporte são obrigadas a informar o expedidor, que nesse caso é primeira empresa, pois é ela de fato quem expediu a carga.  

Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Tem alguma sugestão para a série Dicionário do Transporte? Então deixe aqui embaixo nos comentários, e fique de olho nas próximas postagens!

Descubra como eliminar os erros no cálculo do frete

Numa transportadora, qualquer erro é bastante prejudicial para o funcionamento do negócio, afinal o serviço de transportes é bastante complexo e requer o uso de recursos de alto investimento, como combustíveis, caminhões, caminhonetes, manutenção de veículos etc. Por isso, essas falhas precisam ser constantemente monitoradas para evitar prejuízos ao seu negócio.

Não raro as transportadoras vivem tendo problemas com o cálculo de frete, e poucos erros podem ser suficientes para sua transportadora ficar no vermelho. As causas desses deslizes são muitas, e trazem consequências desastrosas. Se o transportador constantemente cobrar o preço errado de seus clientes, vai chegar num momento em que a empresa não terá receita suficiente para pagar em dia seus recursos, como funcionários, combustíveis, veículos etc. A situação pode ficar tão complicada, chegando até na falência do negócio. Uma situação drástica e que poderia ser evitada se o transportador cuidar dos problemas antes que eles virem uma bola de neve.


Automatização de cálculos das tarifas e impostos do transporte

São muitas as causas dos deslizes no cálculo do frete. Realizar essa atividade manualmente, por exemplo, é uma ação que, sem dúvida, faz o transportador fornecer um preço errado pelo seu serviço. Se ele utiliza muitas tarifas na sua tabela de frete, as chances de obter um valor errado aumentam. A solução nesse caso é automatizar o cálculo de fretes, evitando falhas decorrentes de distrações do transportador

Porém, além de automatizar o cálculo das tarifas do frete, é preciso automatizar o cálculo dos tributos, alíquotas e outras particularidades dos impostos que incidem no serviço, como o ICMS. Se o transportador não tiver um bom domínio sobre parâmetros fiscais que incidem em sua operação, sem dúvida vai falhar nesse cálculo, consequentemente gerando um preço final incorreto, tendo prejuízo da mesma forma, porém dessa vez com os impostos.


Elimine a digitação dos valores do frete

Mesmo fazendo a automatização através de planilhas ou outros sistemas de cálculo, ainda assim ainda há possibilidade do transportador errar no frete se, por exemplo, digitar incorretamente os valores das tarifas. Para reduzir as chances de erros decorrentes do preenchimento manual, é possível fazer a importação automática dos valores das tarifas usando tecnologia EDI.


Faça simulações, revisões e validações dos preços

Além de ajustar as partes operacionais do cálculo, o transportador também pode eliminar os erros fazendo simulações e revisões dos preços. Por ser um procedimento bastante simples, algumas transportadoras podem até ignorar, mas é uma ação bastante eficaz para evitar prejuízos a longo prazo. Realizar a simulação de transportes estaduais, interestaduais, nacionais, com cargas diferentes etc. vai ajudar a perceber se as configurações de cálculo em seu sistema estão corretas. E para garantir máxima certeza dos valores, faça valide as simulações internamente na empresa, e também externamente, com os clientes.


Pensar em soluções que evitem dores de cabeça desnecessárias no frete uma atitude que toda transportadora em busca do sucesso deve adotar. A adoção de ferramentas de gestão com recursos de calculo automático de frete é uma das melhores saídas para evitar